27
jul
09

Flatout 2 -Link Direto-

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No ano passado, “FlatOut” apareceu com uma nova proposta no gênero jogo de corrida, polarizado entre os simuladores, como “Gran Turismo” e “Forza Motorsport”, e os totalmente arcades, tendo em “BurnOut”, especialmente a partir da terceira edição, como seu representante mais radical.

O game desenvolvido pela Bugbear Entertainment adiciona também muito do espírito dos clássicos “Destruction Derby” e “Twisted Metal”, com muito “combate” entre veículos. A segunda edição faz as melhorias costumeiras de uma continuação, trazendo mais conteúdo e ajustes. Além de muito bate-bate entre carros, há muitos objetos no cenário para botar para quebrar.

Meio simulador. Meio arcade. Caos total

“FlatOut 2” é um jogo de corrida com controles e simulação de física que até se assemelha aos games de simulador, mas tudo isso é usado também para tornar as batidas e as destruições mais realistas. Ou seja, um verdadeiro caos. A diversão ainda está nos bons projetos das pistas, que trazem muitos objetos destrutíveis – uma quantidade quase absurda para os consoles que estão para se despedir – e rotas alternativas, além de minigames insanos.

A modalidade principal do game é o modo de carreira, em que o jogador competirá em três classes distintas, ascendentes no nível de dificuldade: Derby, Race e Street. Cada categoria aceita apenas carros específicos para cada uma das classes, sendo que os modelos da Derby são as mais econômicas.

Por ser a mais fácil, é recomendável começar pela Derby, até mesmo pelo fato de “FlatOut 2” não ser exatamente um jogo fácil, apesar de as primeiras competições sugerirem o contrário. Logo nas primeiras corridas, o jogador verá que aquele visual sólido do antecessor está de volta.

Os controles podem ser considerados um meio termo entre o arcade e a simulação. Estão lá a física que faz derrapar os carros e não permite que as curvas sejam feitas a 200 km/h, mas também não precisa diminuir para a segunda marcha. Definitivamente, a velocidade de “BurnOut” é muito mais insana, mas “FlatOut” diverte pela destruição mais realista, com os acidentes de mais impacto. Apesar de divertidíssimo, em “BurnOut”, os carros parecem de papel. Não que “FlatOut 2” seja um game lento. Ao contrário, em categorias mais velozes, a sensação de velocidade é excelente, e até potencializada pelo lado simulador do game.

Subindo pelos escombros

A ascensão no modo de carreira se dá com as vitórias nas corridas, é claro, de preferência com o troféu de primeiro lugar, mas isso não é muito fácil depois de algum tempo. À medida que consegue chegar pelo menos em terceiro lugar nas provas, abrem-se novas etapas, geralmente, mais difíceis. E não são apenas eventos de corrida, mas vários tipos de eventos, que incluem os famosos minigames malucos e modalidades de combate veicular.

Ao mesmo tempo, o jogador ganha dinheiro, o que permite comprar novos carros ou melhorar os que já tem. Assim, você pode ter mais vantagens na categoria em que está ou obter um carro para subir de classe, indo para a Race ou Street, que tem carros mais caros, mas os prêmios são proporcionalmente maiores – e a dificuldade também.

A quantidade de carros não é muito grande – 17, incluindo todas as categorias – mas há diferenças bastante marcante entre os modelos. Os veículos com tração traseira (RWD), por exemplo, deslizam mais os pneus de trás que os modelos de tração dianteira (FWD) ou nas quatro rodas (4WD). Cada um deles tem vantagens e desvantagens e resta descobrir o modelo que melhor se encaixa ao estilo de pilotagem do jogador. O mesmo espírito está no sistema de “upgrades”, que é simples, mas o efeito das modificações costuma ficar claro nas pistas.

Para se dar bem, o jogador precisará explorar todos os recursos que o game oferece. Para começar, o primordial: trata-se de um jogo de corrida, então, a habilidade ao volante e o conhecimento da pista é essencial. Mas, mais que saber o traçado básico, fique atento a alguns caminhos alternativos, que podem ser atalhos ou fornecer alguma outra vantagem.

Como por exemplo, rampas que cortam um pouco do caminho e, mais importante, enche a barra de nitro. É mais ou menos o mesmo esquema de vários games de corrida: fazer manobras arriscadas para ganhar esse aumento temporário na velocidade. Destruir os inúmeros objetos no cenário também ajuda a acumular nitro.

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Sangue nos olhos

Mas talvez um dos pontos mais importantes seja tirar os inimigos de circulação, temporariamente ou, às vezes, até mesmo definitivamente, pelo menos enquanto durar a prova. Isso se faz de várias maneiras. Uma das mais simples é embicando na traseira e isso faz o oponente perder o controle. Com sorte ele pode bater em outros obstáculos e até mesmo em outros competidores.

Você também pode empurrar, pelos lados, e guiar o inimigo para colidir com uma árvore, por exemplo. Com vários “golpes” como este, você poderá acabar com toda energia do inimigo, mas isso é um tanto raro de acontecer. Seja você ou o inimigo, ao colidir contra, por exemplo, um prédio, em alta velocidade, o piloto é arremessado para fora do carro.

Mas é preciso tomar muito cuidado, pois os inimigos usam das mesmas artimanhas. A inteligência artificial não está tão maligna como na edição anterior, mas eles continuam não sendo flor que se cheire. Além de tudo, costumam ser bons pilotos, e alguns erros por parte do jogador será o adeus para as primeiras colocações. Felizmente, para evitar frustrações maiores, com um toque de botão o jogador poderá voltar para a pista toda vez que estiver numa situação difícil, com ficar embicado numa árvore.

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Festival de insanidades motorizadas

Além dessas corridas malucas, há outras provas igualmente insanas. Um deles é o Derby – sim, também é o nome da classe mais fácil das corridas -, que, no melhor estilo “Destruction Derby”, coloca as máquinas num bate-bate com carros de verdade. Vence obviamente quem ficar inteiro – ou quase – até o fim.

O outro é o Event, corridas em pistas especiais ainda mais amalucadas que as “normais”, como uma que tem o formato de um número 8 ou que trazem inclinações absurdas, quase um quarter-pipe como se vê em pistas para skate.

Por fim, estão os Stunts, que são minigames doidos. Isso já tinha no antecessor, mas há muito mais modalidades agora. Os Stunts consistem em acelerar o carro o máximo que puder, bater num obstáculo e arremessar o piloto pelo pára-brisa. Essa mecânica é usada em competições de “salto” em altura, boliche, arremesso de “dardo” e passagens por anéis de fogo. Em todos os casos, o segredo está no ângulo de lançamento do piloto.

No modo de carreira, tudo isso precisa ser liberado, mas há opções no menu que permite jogar todas essas provas, com todos os carros disponíveis. Em geral, as provas são divertidas, mas carecem de durabilidade. No final das contas, as corridas principais são as maiores atrações do game.

O game também tem uma modalidade multiplayer, para até oito pessoas (seis no PlayStation 2). O desempenho é bom; os atrasos de conexão não chegam a atrapalhar. Se contra o computador tudo já é um caos, a tendência para as corridas multiplayer é ter ainda mais batidas. E isso é muito divertido.

Ferro retorcido digital

O visual do game é de alta qualidade. Os carros dão impressão de serem sólidos e pesados, ajudados pela simulação de física do game. Todas as batidas parecem reais e algumas poderiam dar filmes de Hollywood. Uma sonoplastia convincente também ajuda a dar impacto nos bate-bate.

O sistema de danos também é muito bom. Cada carro pode ser despedaçar em diversos pontos, mas não alteram o desempenho. São amassados em vários pontos da carroceria, portas e capôs arrancados, e por aí vai. Os cenários são muito bonitos e altamente detalhados, com muitas casas, árvores e vários tipos de vegetação.

Mas o que mais impressiona é a quantidade de objetos destrutíveis ou interativos. Quase tudo no cenário sofre com a ação dos carros, como cercas, portões, postes, barris, caixotes, tratores e até mesmo um avião monomotor. E muito dos destroços são permanentes, ficando na pista quando o jogador retornar na volta seguinte.

Assim como o jogo de tiro “Black”, tem os cenários mais destrutíveis da atual geração e se nivela até mesmo alguns jogos para Xbox 360, como “Full Auto”. Mesmo com tantos objetos interativos na tela, a “engine”, conjunto de tecnologia que cuida dos gráficos e da física, não dá nenhum sinal de lentidão. “FlatOut 2” é velocidade do começo ao fim. Final do ciclo de vida de consoles geralmente rendem alguns espetáculos tecnológicos.

A trilha sonora do game é licenciada e conta tanto com bandas famosas, como Megadeth (“Symphony of Destruction”), Audioslave (“Man or Animal” e “Your Time Has Come”) e Rob Zombie (“Feel So Numb” e “Demon Speeding”), além de grupos relativamente novos, como The Chelsea Smiles (“Nowehere Ride”) e Fall Out Boy (“7 Minutes in Heaven”). São todas músicas pesadas, que combinam com o caos das corridas. O som dos motores e das batidas completa o clima cheio de adrenalina.

Tíquete para a destruição

“FlatOut 2” obtém sucesso com uma mistura bem dosada entre o simulador e a destruição desenfreada como a de “BurnOut”. Assim, as batidas ficam mais reais e o caos criado é o gatilho para a diversão. Com modalidades variadas e um multiplayer forte, o título é um dos games de corrida mais empolgantes da atual geração. Mas a entrada nesse parque de diversões exige que o jogador tenha um bom grau de habilidade.

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http://rapidshare.com/files/97887839/Flatout.2.rar

Link para Tradução: http://www.gamevicio.com.br/i/traducao/187-flatout-2-para-portugues-brasil/mirrors/index.html

(É preciso registrar para Baixar a Tradução)

Requisitos Mínimos

Processador: Pentium IV 2 GHz ou Athlon equivalente
Velocidade do processador: 2 GHz
Memória RAM: 256 MB
Memória de vídeo: 64 MB
Direct3D: Sim
Versão do DirectX: 9.0c
Sistemas Operacionas: Windows 2000, Windows XP
Espaço: 3.5 GB livres em disco

Outros: Recomendo gamepad com no mínimo 8 botões para suportar todos os comandos do jogo.

(Demorei mais voltei, bom jogo a todos \,,/)

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